quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Essencial numa redação científica

Aqui fiz a continuação do meu outro post "Para aqueles que escreverão um dia algo científico...

OBJETIVO

Local: só entra se for necessário. Se for contingência é métodos.
Tem que corresponder ao cerne da pesquisa, ou seja, tem que ter as coisas que vão gerar resultados.
Objetivo geral: variáveis teóricas (infere a partir das medidas).
Objetivo específico: variáveis operacionais (mede diretamente).

[PARÊNTESES]
Nessa hora, comecei a pensar naquela frase que todo mundo fala:
"Pra eu me realizar na vida, tenho que escrever um livro, plantar uma árvore e fazer um filho".
Isso significa deixar sua marca intelectual em tudo possível.
Pensa bem: suas idéias num livro, seus genes num filho e sua contribuição para a natureza na árvore.
Tudo para que depois que deixarmos esse mundo, ele ainda se lembre de nós.
Temos que lembrar outra frase também: "do pó viemos e para ele vamos voltar". Quanto dessas marcas realmente serão importantes depois que eu me for?
[FECHA PARÊNTESES]

A conclusão dentro da introdução é o seu objetivo: por causa disso, disso, disso, o meu objetivo deve ser esse.

Seqüência da redação:
1. Apresentação oral de todo o trabalho. Apresenta pra todo mundo. Para suas amigas, para o seus orientador, para o seu laboratório, para a sua vó. Todo mundo deve entender e você deve se cansar do tema até ter ele todo na cabeça.
2. Conclusão: é a direção que todo seu trabalho vai tomar.
3. Resultados: apenas os necessários para sustentar sua conclusão.
4. Procedimentos: só aqueles que você usou pra coletar os dados.
5. Discussão.
6. Introdução
7. Título.

Ver: Magnusson, W.E. How to write backwards. 1996.

Evidências: resultados, métodos, literatura... e a argumentação é que por causa dessas evidências ele vai aceitar aquelas conclusões.

RESUMO
1. Miniatura do estudo = para congressos e revistas brasileiras.
Antecedentes e objetivos - Introdução
Estratégia - Material e Métodos
Principais resultados
Conclusão - discussão

2. Criativo: limita-se ao essencial.
Tem que ser curto (menos de 100 palavras) e costuma ter a conclusão.

CONCLUSÕES
Deve-se convergir para o objetivo do trabalho. Se usou estatística, conclua com base nela.
Concluir no passado é só falar da própria amostra e esquecer toda a população. Restringe o resultado.
Para valorizar a população, deve-se concluir no presente.
Resultados são no passado!
Evitar colocar detalhes metodológicos na conclusão, ou seja, não descrever!
Prefira generalizações.
Conclusões no passado: apenas quando se explica eventos passados.
Podem aparecer na discussão. E se for separar, repete com outras palavras.

RESULTADOS
Somente os essenciais.
A comunidade científica não quer saber o que você fez, mas sim o que você pode concluir a partir do que você fez.
Enalteça os pontos que você usará mais diretamente para sustentar as conclusões.
As mais importantes use GRÁFICO!
Outras em textos ou tabelas.
Prefira tabela se a figura for muito poluída (excesso de variáveis).
No texto, não repita as variáveis e nem os valores já expressos em figuras ou tabelas.
Figuras podem ser: gráficos, fotos, desenhos, esquemas e filmes.
Lembre-se: você não escreve para o leitor especialista e sim para o leitor de áreas correlatas.

MATERIAL E MÉTODOS
Com estes sujeitos (sujeitos)
Usamos esta estratégia de estudo (delineamento)
Coletamos os dados com este procedimento (detalhes metodológicos - técnicas)
Analisamos esses dados desta forma (análise)

DISCUSSÃO
fuja da discussão fofoca = apenas compara dados com os de outros autores, mas não acrescenta mais nada.
Deve ser um texto argumentativo onde o autor valida suas conclusões.
Precisa (não necessariamente todos): validar a metodologia, os resultados e as conclusões.

Etapas:
1o parágrafo: as principais conclusões que você chegar. Daí valida a metodologia, resultados e conclusões.
NÃO FAZER PARÁGRAFOS DE UMA FRASE! Nem que eles sejam do tamanho de um parágrafo.
O parágrafo deve conter tudo sobre uma idéia.
Começa-se por uma ideia central e depois usa-se frases que validam essa ideia.
Que seja curto, porém suficiente para explicar a ideia central da 1a frase.

INTRODUÇÃO
O problema
Justificativas ( por que estudar isso?)
Objetivo
Definição de termos
Importância

Os 3 primeiros são essenciais.
Valorizar a variável que você está trabalhando.

Citações: usar o "pai" e/ou somente o mais recente.

TÍTULO
Curto! O menor possível, mas não generalista.
Local da pesquisa e nome da espécie são dispensáveis.
Pode ser só a variável teórica.
Tem que ser fiel ao conteúdo do trabalho e COMPREENSÍVEL.
Preferir: a conclusão como título. Também pode ser o tema ou objetivo.

Outras coisas que o Gilson Volpato tratou na palestra que acho bem pertinente aqui:
Para ser autor de um trabalho não basta só ter ajudado a coletar dados, emprestar laboratório, etc.
Deve-se necessariamente se encaixar nos tópicos abaixo:
- participar da história do trabalho.
- concordar com as conclusões elaboradas.
- defender a essência do trabalho perante a comunidade científica.

Portanto, vamos rever nossos conceitos em tudo isso, ok? Publicar é bom, mas publicar porcaria é muito ruim.


domingo, 31 de julho de 2011

It's all about the journey!

A jornada é o que nos torna felizes, não o destino.
O destino é o mesmo para todos.
E ele pode chegar mais cedo ou mais tarde. Você não controla isso. Nem tente controlar.
Algo superior ao ser humano cuida disso. Não vou me ater a religiões.
Porém, se queremos uma jornada feliz, decente e que quando você chegar no destino você possa dizer, pelo menos eu fui feliz, devemos batalhar por isso!
Devemos agregar pessoas que nos façam bem e nos tragam coisas boas.
Aqueles que nos trazem tristezas devem ser deixados na passagem.
Eles serão as pedras (sempre as pedras!!) e nos farão crescer.
Os obstáculos também são importantes, porque aprendemos a ultrapassá-los. Isso não significa que devemos fazê-lo sozinhos. Pode pedir ajuda! Não se envergonhe disso.
Portanto, aproveite a vida! E faça dela a melhor jornada que puder, afinal você só pode fazer uma!

Para aqueles que escreverão um dia algo científico...

Gente, acabei de voltar do CAEB (Congresso Aberto dos Estudantes de Biologia) lá em Campinas e fiz dois minicursos muito bons!
Gostei mesmo! Foram os que mais valeram a pena!!
Até comprei o livro "Métodos Lógicos para Redação Científica", do Gilson Volpato, que foi o palestrante.
Enfim, vou escrever aqui o que anotei e espero que ajude e/ou clareie as idéias no momento que vocês forem escrever qualquer coisa.
Primeiro, antes de começar a escrever tem que saber pra que revista você pretende mandar seu artigo. Não vamos ser brasileiros que acham que não conseguem nada e vamos procurar revistas de "High Impact", ou seja, que podem ser gerais ou não e que vão além das específicidades e também procurar aquelas específicas da área  tratada no artigo que são de alto impacto. Internacionalizar, pessoal!
O que precisamos para publicar internacionalmente?
- Tradição nisso, que o Brasil não tem muita.
- "Pedigree", que quem tá começando não tem.
- Qualidade, ou seja, novidade nas conclusões, que qualquer um pode ter!
- Uma metodologista robusta, com técnicas, desenho experimental decente e número de réplicas suficiente.
- Resultados evidentes, pois se ficar na tangência dependerá da vontade do autor a conclusão do resultado.
- Uma apresentação impecável.
Por que? Porque devemos buscar a aceitação da comunidade científica e não somente a publicação de um artigo, já que pode estar publicado e ninguém aceitar suas idéias.
Ou seja, o conhecimento científico só existe se tiver aceitação da comunidade científica e a qualidade deste conhecimento só será avaliada pelo número de citações feitas.
Revistas boas não querem respostas que comecem com "talvez". Tem que ser uma resposta evidente. Se não for é porque o trabalho não acabou!
Tem que saber enfatizar a parte certa pra poder deixar o texto interessante para o leitor.
obs: Revisão de literatura não é resumo! É simplesmente o uso de dados de outras pessoas que com isso você tira NOVAS conclusões.

EVITE citar:
- textos não lidos.
- teses (porque passa com muitos erros!)
- resumos de congressos
- artigos escondidos (em idiomas de outras línguas e acessos)

Passos para a publicação:
1. Escolha o nível do periódico onde deseja publicar.
2. Examine artigos desses periódicos.
obs: evite autores e países consagrados.
Novidade do objetivo ou conclusão do estudo.
Qualidade metodológica (técnicas e repetições)
3. Consolide toda a informação necessária.
4. Estabeleça um outline do item a redigir (tópicos da seqüência escrita).
5. Inicie a escrita.
6. Esqueça detalhes da literatura. Só escreva o esboço. Isso deve durar no máximo 2 dias.
7. Reveja a literatura e complemente o necessário.
8. Confira o conteúdo de todo o texto.
9. Cheque todos os aspectos de estilo.
10. Repouse o texto.
11. Reavalie criticamente o texto.
12. Peça crítica dos colegas.
13. Faça os reajustes finais.
14. Coloque nas normas da revista.
15. Submeta imediatamente.

Tipos de pesquisa:
1. Sem hipótese: com uma variável. Descrevem estruturas, situações e ocorrências.
2. Com hipótese: no mínimo 2 variáveis. Estuda relação entre elas. 2 tipos: Associação e Interferência.

Aqui só passei o geral mesmo...
Num próximo post, coloco mais especificamente o que deve-se colocar em cada uma das partes...
Lembrando sempre que ler os livros do Gilson Volpato vai dar exemplos de tudo e que eu só assisti a palestra dele e tirei o essencial.
Eu mesma depois que ler o livro que comprei posso tentar dar mais informações importantes!

Ouvindo a Tv e meu cachorro roncar.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Xiliquinho chateado

Não pude esperar nem amanhã para já escrever o que estou pensando. Se espero, as idéias se vão e as conclusões acabam mudando ou sendo esquecidas...
Portanto, venho por aqui, fazer um desabafo.
As pessoas que passam pela minha vida a influenciam positiva e negativamente. Principalmente no âmbito profissional. Primeiro, veio minha professora do ensino médio de biologia que serviu como uma das minhas inspirações para seguir nesse curso.
Porém hoje, por causa de pessoas do meio acadêmico, me faz repensar se o que eu quero mesmo é seguir essa carreira. É muito estranho, porque tive desde muito cedo isso como certo.
Mas como pode uma pessoa em 5 ou 6 linhas de email me deixar mal humorada, triste e chateada por semanas a fio?
Como pode uma pessoa esquecer o que disse e ainda te chamar de mentirosa, ignorar a sua opinião porque ele é que manda e pronto?
Por que quando o trabalho dá certo, 90% de "culpa" foi do orientador e quando dá errado é 100% de culpa do orientado?
Nesse meio tem muita prepotência, mas também acho que tem muita gente boa. Acho que esses indivíduos que não fazem nada além de desestimular as pessoas deveriam repensar suas próprias vidas e saber que palavras machucam tanto quanto uma facada no coração.

E uma última coisa: Se você é orientador e está lendo isso, "pufavô" lembre que seus orientados são pessoas também e que um dia você foi um. Você gostava/gostou de ser tratado como lixo?!

Sem mais.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Formatura!!!

Aiiii
Fui hoje na Divina Vitória.
Me empolguei e experimentei 2 vestidos...
Me apaixonei platonicamente por um (e pela loja inteira também!).
O vestido custava 2 mil reais!!!! Mas pelamordedeus!! Com esse dinheiro eu fico uma semana na Argentina ou sei lá...
Enfim, já me empolguei com a formatura! Comecei a ver quem ia em cada dia...
*Empolgação*
E fiquei imaginando meus amigos e amigas, lindos e lindas no dia, comemorando comigo!!!
aii chega de coisa ruim na minha vida! Que passe essa fase chata e chegue logo a festa!!!

Ao som da valsa do Lago dos Cisnes

domingo, 29 de maio de 2011

#100factsaboutme

Vi no blog da Pri e morri de vontade de fazer!!! Então vamos lá!!
1. Isso parece bem difícil de começo...
2. Eu adoro reticências e exclamações!
3. Eu amo fazer biologia, às vezes é super desafiador e isso é muito legal! Aliás, adoro desafios!
4. Eu amo bicho! Quero ver todos e se puder passar a mão melhor!
5. Eu tenho que chegar em casa e contar tudo e mais um pouco do que aconteceu no meu dia pra quem quer que seja, nem se for pra eu mesma.
6. Por sinal, falo super comigo mesma e até em inglês, com perguntas e respostas! (rá igual a você Pri!)
7. Eu falo muitas coisas em inglês no meu dia a dia... tem gente que se irrita com isso, mas não consigo evitar mais.
8. Gosto muito de viajar e conhecer gente nova.
9. Não sou nem um pouco paciente e sou bastante ansiosa.
10. Descobri esses dias que sou muito sincera. Até demais, pelo jeito.
11. Gosto de escrever certinho e corrijo as pessoas que falam ou escrevem errado.
12. Amo dançar! Já fiz Ballet, Sapateado, Dança de Rua e agora faço Dança do Ventre, mas meu sonho mesmo é fazer Contemporâneo.
13. Além disso, danço qualquer coisa em qualquer lugar! Até no carro dirigindo!
14. Eu gosto de funk e axé! Principalmente os antigos.
15. Tive que me adaptar a Piracicaba e agora escuto sertanejo.
16. Gosto de férias, mas não por muito tempo, porque acabo ficando sem fazer nada.
17. Amo meus familiares e amigos! Sem eles eu realmente não sou nada.
18. Amo sentar pra conversar por horas.
19. Amo uma festinha pra pouca gente, bem selecionada e bem animada.
20. Eu planejo tudo sempre muito antes, mas ainda assim sou desorganizada pra caramba com as minhas coisas.
21. Eu falo palavrão e muito. Já virou forma de me expressar e às vezes acho isso bem feio e às vezes bastante aliviante (acho que essa palavra não existe).
22. Amo escrever! Queria fazer um livro um dia.
23. Amo ler. Queria era ler mais, mas sempre parece não dar tempo.
24. Amo tecnologia! Às vezes não sei usar direito, mas fico fuçando até conseguir.
25. Amo msn, facebook e usar a internet. Estou no email 32h por dia.
26. Amo dormir. Muito. Quase tanto quanto sexo.
27. Falando em sexo, adoro falar sobre isso. Com meus amigos e amigas. (Mas fazer, é só com eles mesmo...)
28. Tenho sempre uma opinião sobre as coisas.
29. Gosto de acampar, mas por poucos dias.
30. Tenho muitas dores nas costas e reclamo muito disso.
31. Eu não gosto de gente burra. Acho que gente que não dá pra conversar um saco.
32. Eu sou muito esquecida e odeio isso.
33. Eu estalo todos os ossos do meu corpo. Inclusive a orelha que é só cartilagem! (O.O)
34. Eu sou muito alérgica. Fiz um exame uma vez que deu alergia a pó, gatos, ácaros,...
35. Eu tenho uma mania de analisar psicológicamente minhas amigas e a mim mesma.
36. Eu gostaria de um dia casar e ter 3 filhos.
37. Eu também gostaria de ganhar na loteria ou se possível ter muito dinheiro, mesmo sem ganhar na loteria.
38. Eu tenho 2 tatuagens, mas já penso em outras. Isso é um vício.
39. Eu amo comer. Acho essencial essa atividade 3 vezes por dia, todos os dias.
40. Quero ser professora de universidade um dia.
41. Meus pais são meus exemplos. Cada um da sua maneira.
42. Odeio pepsi e kuat. Tem que ser Garaná Antártica e Coca-cola.
43. Eu adoro ter conversas francas com meus amigos.
44. Amo cachorros e eles parecem gostar de mim também.
45. Amo TV, séries e filmes. Sou viciada tanto neles que até me perco...
46. Acho o máximo meu irmão saber muitos nomes de atores e atrizes e que filmes eles fizeram.
47. Mesmo velha continuo brigando com meu irmão, porém não bato mais, afinal ele me bate mais forte hoje em dia.
48. Falando em irmão, ia adorar enormemente se ele fosse mais velho. Os amigos dele são muito legais e vários já se transformaram em sereias pra mim (vide How I Met Your Mother).
49. Eu adoro sotaques.
50. Adoro comprar coisas novas. Pesquiso super pra pegar o melhor preço.
51. Às vezes penso em por silicone.
52. Odeio andar de ônibus com pessoas barulhentas, fedidas e grandes.
53. Quero ter um carro 4X4 pra poder fazer uns campos da hora.
54. Eu sou bem crítica com as pessoas.
55. Quando eu ando de carro eu durmo. Fui condicionada desde criança.
56. Eu aprendi a gostar de vinho com meu orientador.
57. Não me acho a última bolacha do pacote. Não entro nem nas top 10.
58. Acho realmente que todo mundo que nasce no mesmo dia que eu é parecido comigo de personalidade e afins.
59. Sou estressada. E até me deram um apelido na faculdade em relação à isso.
60. Adoro rir. E às vezes eu choro rindo.
61. Adoro pessoas engraçadas. Acho que eu sou mega atraída à elas.
62. Gosto de perfume doce, mas com um toque de cítrico.
63. Eu antes só gostava de destilados. Agora eu tomo cerveja também e chopp.
64. Eu gosto de ser doutora da bixada, mas adoro ficar de joelho pros doutores mais velhos e beber uma pinga.
65. Não gosto de gente que se acha.
66. Odeio estar com sono ou entediada numa festa e não poder ir embora.
67. Sou solteira agora, mas acho que daqui a pouco (conta aí muitos meses) vou querer alguém pra aprender a dormir de conchinha.
68. Eu escrevia fanfic do Harry Potter e às vezes junto com a Pri.
69. Minha infância foi muito legal. Brincava pacas na rua com um monte de gente da minha idade.
70. Dei meu primeiro beijo com 12 anos com um amigo da Pri, o Jonathan que pra mim parecia o Justin Timberlake.
71. Eu fiquei traumatizada um dia porque queria um peito grande e coloquei meia dentro do sutiã e descobriram (óbvio).
72. Nunca mais falei com ninguém que morava na minha rua nessa época.
73. Eu era uma das meninas mais altas da rua e agora todos os meninos me passaram.
74. Eu fazia coreografia da Spice Girls e do N'Sync pra dançar com as meninas da rua. Eu era a Emma.
75. Eu devia estar fazendo uns trabalhos em vez de estar escrevendo isso aqui.
76.Gosto muito de teatro.
77. Acho essencial ter arte na vida junto com a vida científica.
78. Se eu fosse ter um poder, provavelmente seria o teletransporte.
79. Adoro homem com costas retangulares e grandes, V no abdomem e e músculos contidos nos braços.
80. Nunca aprendi a dormir de conchinha e fazer isso não me deixa dormir.
81. Quando eu era pequena sonhava em casar com um ator de filme que fosse mais ou menos da minha idade.
82. Eu gosto de cantar, mas não canto bem. Minha família inteira é musical, menos eu.
83. Eu me arrumo muito rápido.
84. Eu gosto mais de comida chinesa que japonesa.
85. Eu passo manteiga de cacau todo dia antes de dormir.
86. Eu gosto muito mais de cama de casal do que de solteiro. (Obrigada Aline!!!) E vou ficar muito triste quando tiver que voltar pra cama de solteiro.
87. Eu adoro dormir no sofá de tarde, porque eu acho que se dormir na cama eu não acordo pra ir pra aula.
88. Eu gosto e não gosto de estar no último ano. É muito triste se distanciar das pessoas.
89. Eu sou super chorona. Eu choro até em desenho animado.
90. Eu amo desenho. Sei todas as musiquinhas da Disney até hoje.
91. Eu durmo na aula de vez em quando e ainda continuo escrevendo, mesmo pescando.
92. Eu adoro memes. Às vezes me acho super caricática (isso também não deve ser uma palavra).
93. Acho insetos muito interessantes e bonitos, mas odeio coisas voando na minha orelha e ODEIO baratas. Se elas entrarem num cômodo eu tenho que sair.
94. Eu tenho uma TPM fudida.
95. Eu já fiquei com 3 pessoas que pareciam famosas de algum jeito (dopplegangers): o Justin Timberlake, o Jack Black e o Barney Stinson.
96. Eu não gosto de ficar em casa com todas as luzes apagadas.
97. Adoro videogame até hoje. Principalmente Mario Bros.
98. Eu nunca fui numa festa a fantasia.
99. Eu gosto de ficar no computador com a TV ligada do lado.
100. Eu cheguei até aqui e falei um monte de merda. Parabéns pra você que chegou até aqui também.
101. Acabei de lembrar mais uma, eu gosto de blogs de humor. Entro em um monte.
102. Eu acho que vou ter muitas histórias pra contar pros meus filhos e às vezes eles vão ter vergonha delas.
103. Eu pretendo escrever até ficar com bastante sono e ir dormir.
104. Eu gosto de crocs agora. É super confortável mesmo.
105. Eu gosto de músicas legais... a maioria das vezes eu nem sei quem canta.
106. Agora eu to bebendo mais água durante o dia.
107. Não sei disfarçar quando to bêbada e meus pais me ligam no celular.
108. Odeio que quando estou em São José meu pai fica preocupado quando eu saio e volto tarde. Eu faço isso em Pira e ele não liga.
109. Eu tive um cachorro vira-lata quando era pequena e quando minha mãe viu que ele ia ficar muito grande deu embora. Eu nunca mais vi.
110. Eu tive uma pintcher (como se escreve isso!?) e ela morreu envenenada por um vizinho.
111. O meu cachorro atual tem 110 anos ou 16 anos cachorros e está cego, surdo, com câncer e ronca muito. Eu tenho medo de um dia minha mãe ligar dizendo que ele morreu.
112. Eu quero um dia falar 'Challenge Accepted' e conseguir completá-lo.
113. Quando eu amo, eu amo muito. Quando eu odeio, eu odeio muito.

Ai acho que cansei. Alguma outra vez acrescento mais coisa nessa lista...

Ouvindo o ronco do Shylow.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

campo maio

Eu estou praticamente usando esse blog como diário de campo, mas prometi que a partir de junho vou comprar um caderno mesmo, decente e tal.
O campo começou no domingo cedo.
Eu e Maíra, a menina que está me acompanhando fomos até o ponto 40, que é tipo o ponto mais distante da fazenda. O último por sinal.
Fomos a pé. A pé (pra reforçar). A cachorra do alojamento foi com a gente e não tinha o que a gente fizesse pra ela voltar! A gente batia o pé e mandava ela voltar e ela fazia cara de cachorro sem dono em dia de chuva. Impossível não resistir.
Andamos 7 km e pouco pra chegar. Não parece muito falando assim, de fato. Fomos então marcar o quilômetro que faltava do 40 ao 39. Tranquilo. Mas no meio do quilômetro a gente ouviu um rugido muito alto e a Mel (cachorra) correndo na minha frente.
Assustei pra caralho né. No meio da trilha lá. Sem ter pra onde correr. Fiquei parada tentando escutar mais alguma coisa. De repente a Maíra chegou até onde eu tava. Perguntei se ela tinha escutado e ela disse que sim.
Foi mesmo muito alto, porque ela estava a 50m de mim e também escutou.
Quando mais tarde, contamos pro meu professor/orientador ele disse que provavelmente tínhamos escutado uma puma. Imagina a felicidade das gurias. Sem fim, né. Foi sensacional!

Abre parênteses
Daí quando cheguei em casa e contei para as minhas amigas elas fizeram aquela cara de caneca.
obs: cara de caneca: quando você ganha uma caneca e fala ó, que legal hein!
Fecha parênteses

Mas depois de ter tido essa experiência 10, tivemos que voltar, também a pé. Só que sem ter almoçado e nem nada. Falta de experiência é uma bosta.
Andar os 7km de volta foi o ó. Foi mesmo muito difícil pois estávamos muito cansadas. A ida fizémos em 2h30 a volta em 4h... foi sem noção.
Mas eu realmente precisava! Eu precisava saber que não dava pra andar até lá. Pra poder falar pro Luciano (orientador) que era muito longe e impossível. Como eu poderia falar se eu não tinha como saber sem ter feito?
Quando falamos para nossos familiares que ouvimos uma onça, a 1a coisa que disseram foi: "mas isso não é perigoso?" "deixa eu falar de novo: nós ouvimos uma onça! Isso que interessa!" " ah, ok."
Daí, na 2a, fizemos o transecto sudeste e foi tranquilo. Percebi que marmita enjoa tanto quando pão de almoço. Vou tentar revezar no campo que vem.
De noite fui até a casa da Mariane, uma outra menina que provavelmente vai ser suporte técnico no campo, uma graça de menina, e vi um tamanduá bandeira! Fofo demais!
Só que chegando na 3a, meus pés estavam com tantas bolhas e tão dolorido que comecei a mancar e não consegui mais andar. tive que cancelar o resto do campo.
E foi isso. Ah, achamos 6 bostas. Pena que eu fui burra e anotei as coordenadas errado, mas já aprendi e vou fazer certo da próxima vez.

Ouvindo 'Hell to the No' - Glee Cast